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Segundo a arquiteta Renata Basques, a tendência de tons coloridos surgiu com o desejo das pessoas em receberem mais amigos em casa. “Reunir os amigos em casa para comer e beber é uma ótima opção. Por isso o investimento em cozinhas personalizadas e com a cara do morador”, conta.
Fotos Flávia Soares e Henrique Queiroga/Divulgação
De que cor?
A arquiteta Marina Dubal destaca as cores mais utilizadas: “nuances quentes, como laranja, vermelho e amarelo, são mais comuns. Mas nada impede que se use cinza, marrom, azul ou verde, mais frios. Depende da personalidade do cliente e do projeto”.
Para ela, as cores influenciam positivamente no espaço onde são preparadas as refeições. E como todos sabem, quem se alimenta bem, tem boa saúde. “As cores despertam sensações, e isso pode ser bem utilizado num projeto de construção ou reforma”, destaca. Ela ainda lembra que as cores claras facilitam a limpeza.
Fotos Flávia Soares e Henrique Queiroga/Divulgação
Combine com classe
Marina destaca que a cozinha deve estar em harmonia com o restante da casa. “Esse ambiente faz parte de um conjunto, por isso, é muito importante que esteja integrado esteticamente aos outros espaços. Do contrário, corre-se o risco de ter vários ambientes interessantes, mas que não compõem um todo”, alerta.
Nas bancadas e revestimentos, ela indica nuances como bege, cinza e preto. Já Flávia Soares sugere: “acho que fica bonito utilizar nas peças fixas, como armários, bancadas e eletrodomésticos, as seguintes combinações: azul, cinza e preto; vermelho e branco; ou tons de bege com marrom e cinza”, ensina.
Fotos Flávia Soares e Henrique Queiroga/Divulgação
O mesmo recurso foi adotado neste projeto de Flávia, onde o diferencial foi o azul.
Luzes e detalhes
O arquiteto Eduardo Wolf concorda que as cores são bem-vindas, especialmente se estimulam o apetite, como o amarelo, o laranja e outras cores vibrantes. Ele só alerta sobre os excessos.“É bom evitar um ambiente onde muita mistura prejudique a permanência. Deve-se abusar da iluminação de cor neutra; nem luz amarela demais, nem branca demais, uma vez que é um lugar de trabalho onde se passa longos períodos”, orienta.
Peças coloridas
Bom-senso e uma pitada de sensibilidade são importantes na hora de compor o ambiente com eletrodomésticos e utensílios coloridos. “Não há regras ou fórmula certa. O melhor é seguir o gosto pessoal e eleger uma ideia principal”, defende o arquiteto.
Fotos Flávia Soares e Henrique Queiroga/Divulgação
Na cozinha aconchegante do arquiteto Eduardo Wolf, o azul e o amarelo “conversam” muito bem.
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